A NARRATIVA DO NAZIFASCISMO

Durante os 25 anos do século XXI, a esquerda brasileira teve a oportunidade de governar por 16 longos anos. No entanto, muitas das promessas e esperanças depositadas nesse projeto político resultaram em falhas significativas.

A educação, por exemplo, é um retrato do fracasso: o Brasil continua entre os países com os piores índices educacionais do mundo.

Em vez de avanços, o sistema de ensino se vê afundado em dificuldades estruturais e pedagógicas.

Outro ponto que chama atenção é o uso da cultura como moeda política. Artistas e produtores culturais que se alinham ao campo progressista foram amplamente beneficiados, com recursos da Educação sendo canalizados para iniciativas que muitas vezes parecem mais uma extensão de um projeto de poder do que uma verdadeira valorização cultural. O "Show da Virada" da Globo, por exemplo, é apenas um reflexo de como a cultura foi transformada em uma plataforma para interesses políticos, em detrimento de uma produção artística genuína e plural.

Quando falamos de economia, a situação é ainda mais desoladora. As escolhas econômicas desses governos resultaram em um cenário de crescimento estagnado, aumento da inflação e desemprego (Ibge sem comentários para não ofender a democracia).

Os governos esquerdistas foram incapazes de promover uma recuperação consistente e sustentável. E, no campo da corrupção, o "estado democrático de direito", que deveria ser a base de uma governança sólida, muitas vezes tem sido desrespeitado ou usado para silenciar críticas.

Diante de um quadro tão negativo, a narrativa que a esquerda criou para se sustentar tem se tornado cada vez mais distante da realidade. Ao invés de encarar suas responsabilidades, muitos preferem rotular a direita como nazista ou fascista, sem qualquer base factual. É curioso observar que, ao mesmo tempo em que se posicionam contra Israel, desejando sua destruição, muitos membros da esquerda também cultuam figuras como Getúlio Vargas — o ditador que entregou Olga Benário, uma militante de esquerda, aos nazistas, resultando em sua morte.

Para muitos, essa construção de narrativas falsas é o único recurso que sobra à esquerda. E, como se não bastasse, o exemplo da economia argentina e venezuelana nos últimos anos, sob governos progressistas, é um alerta claro do que pode acontecer quando políticas esquerdistas são perpetuadas.

Em 2024, com a direita finalmente no governo, os sinais de recuperação da Argentina saltam aos olhos de todos.

Por outro lado, desde 2023, o Brasil, sob a mesma ideologia, tem enfrentado dificuldades econômicas que comprometem o bem-estar da população.

Os "dinossauros analógicos", como muitos são chamados, são diariamente derrotados na disputa pelo debate público, o que explica a tentativa de amordaçar as novas plataformas e             controlar o discurso.

O que realmente restou para a esquerda foi a criação de narrativas que distorcem a história, enquanto o Brasil continua sofrendo as consequências de um projeto político que, definitivamente, não deu certo.

 

 

Comentários